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Vladimir Cunha Santos
Vladimir Cunha Santos

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Escritor, poeta, contista, romancista, autor de 14 livros publicados, sendo o mais recente o livro de contos MANHÃS DE SÁBADO,lançado em 2012, e no ano anterior o de contos, poemas e crônicas BARULHO DO ÓCIO, lançado na Feira do Livro de Porto Alegre em 2011. Um de seus mais importantes livros é OUTRAS VIDAS,uma seleção de 23 contos, lançado na Bienal Internacional do livro em São Paulo em 2010. Prepara seu 15º livro que será lançado neste ano, uma coleção de novos contos escritos nestas primeiras décadas do século 21. Também um romance está com lançamento previsto para 2014.

VLADIMIR CUNHA SANTOS, conhecido como poeta Wlady, é nascido em Rosário do Sul, cidade na fronteira-oeste do RS, perto da fronteira entre Brasil, Uruguai e Argentina, mas mora em Porto Alegre, onde escreve, edita livros e estuda Ciências Sociais na UFRGS.
Apresenta uma linguagem moderna e reflete sobre a existência em seus textos.
Seus contos são episódios do cotidiano que retratam seu tempo, questionam as atitudes e comportamentos dos humanos de todas as épocas, principalmente a sociedade contemporânea, sempre retratando com imagens descritas os cenários dos acontecimentos onde orbitam seus personagens.

Leia poemas, contos e crônicas nos blogs http://vladimircunhasantos.blogspot.com
e http://wlady.zip.net
No You Tube você pode assistir os vídeos poéticos no endereço poesias de Vladimir Cunha Santos e/ou Arte Brasil Produtora.
Este é o site do escritor no portal Artistas Gaúchos: www.vladimirsantos.com.br
Contate com o autor pelo E-mail vladimir.cunha@rosulonline.com.br
Fone (51)9415-6694


Endereço Rua General Bento Martins, 192 Centro Histórico de Porto Alegre
Cidade Porto Alegre / Rosário do Sul
Telefone(s) 55-3231-4080
Celular (51) 9415-6694
E-mail vladimircunhadossantos@gmail.com
Site www.vladimirsantos.com.br

 

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SÓ POESIAS = http://wlady.zip.net

NARRATIVAS = http://vladimircunhasantos.blogspot.com

JORNALISMO = www.rosulonline.com.br/folharosariense


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Parabéns pelo site,pelo teu trabalho,pela tua obra... Bela história! Votos de crescimento contínuo! Grande abraço!
Riad Hadi, Porto Alegre 25/09/2013 - 18:165200
Sobre o livro "Barulho do Ócio"

Colega, minha mãe havia lido o teu livro logo que me presenteaste e dito que era bom, mas eu não imaginava o quanto!
Que linguagem, que forma de expressar a vida que transcorre durante as 24 horas (às vezes felizes, às vezes tranquilas, às vezes agoniantes) do dia.

A questão da escravidão consentida a que estamos submetidos, e que é o assunto do teu primeiro conto, é algo sobre o qual tenho pensado muito ultimamente. No fato de que passar 8 ou mais horas por dia em um local é demais para alguém que quer viver. Que maestria em desenvolver esse tema tão delicado, sobre o qual poucas pessoas têm coragem de fazer uma análise crítica. E logo um personagem que questiona tudo isso... o leitor fica ávido querendo saber como ele dribla o sistema, "como ele faz para sobreviver".

Uma linguagem nua e crua, um sentimentalismo que não chega a existir (acho que as personagens não têm consciência dele, mas sentem um vazio existencial, que poderia ser muito bem explorado através da psicanálise) misturado à violência dá um toque completamente inesperado à tua produção. Não são, absolutamente, finais felizes. Diria que são como a realidade. A realidade de pessoas que não souberam "se fazer" felizes durante a própria vida.

Anatol Rosenfeld diz que o romance contemporâneo é caracterizado por sujeitos fragmentados, que não encontram sentido em si próprios, mas que se projetam no exterior. Essa narrativa embaralha o tempo e o espaço... Aliás, despreza o tempo, misturando memórias e vivências. E cabe ao leitor juntar os pedaços, compor o personagem. Um exercício de (re)compor a si próprio.

Bem, eu poderia escrever muito mais. Há milhares -realmente milhares- de aspectos a serem analisados nesse livro. Se os contos dão uma breve passagem da existência objetiva e quase vazia dos personagens, os poemas são como retratos dos momentos, que não revelam muito deles, mas mostram essa situação do eu fragmentado.

Por último, quero destacar a expressão: "Sua máquina parou de funcionar" (p.27). Que maneira de descrever a morte! Que objetividade, que vocabulário certeiro que deixa entrever um narrador que enxerga a vida como um ciclo biológico pré-programado, que é capaz de fazer aquilo que o sistema nasceu para fazer, assim como qualquer outro ser vivo. Também expressa muito bem a tristeza do senhor, que desejava morrer.

São fatos cruéis os expressos nesse livro, mas a sociedade atual precisa lê-los como uma forma de propiciar a autocrítica, de perceber o que faz a si mesma. Que tristeza quando a moça que beijou o índio morreu estupidamente em um assalto na Av. Paulista!

Parabéns pela tua obra! Que continues a brindar os leitores com o quê, estritamente, a vida é, se não nos empenharmos em enfeitá-la diariamente.


Fabiana Candido (Acadêmica de Letras na UFRGS)
Fabiana Cândido, Porto Alegre/RS 24/09/2013 - 17:375192
Lindo e competente trabalho. Adoro ler você...
MARIO FEIJO, CAPÃO DA CANOA - RS 07/12/2012 - 18:074788
...Nao sei vou orar para vc usar a ena para escrever algo vindo ainda de um lugar mais estranho: escreva algo sobre JESUS...Vc e um orgulho para nos rosarienses. Pastor Jaime.DEUS continue a guia-los. vendi picole para o seu Ze (sabe quem era?)
Jaime vieira Fiuza, Campo grande - MS 22/05/2012 - 22:004272
Vladimir foi um prazer conhecê-lo pessoalmente no Porto Poesia, conheço pouco ainda do teu trabalho, como disse lá já lhe conhecia, mas ainda não li uma obra sua completa. Tua recitação do poema "Existir" me aguçou a curiosidade poética, como um iniciante nos tortuosos e inexatos caminhos poéticos espero podermos compartilhar experiências poéticas ainda de forma menos perene.
Henrique Veber, Canoas/RS 11/10/2011 - 14:393718

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