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Marcelo Spalding
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Marcelo Spalding é professor, escritor, editor e jornalista. Formado em Jornalismo e Letras, é também mestre e doutor em Letras pela UFRGS. Atualmente cursa pós-doutorado em Escrita Criativa na PUCRS.<br><br>Como professor, dirige a Metamorfose Cursos, que mantém a Oficina de Criação Literária Online e o Curso Livre de Formação de Escritores. Foi professor de Língua Portuguesa, Escrita Criativa, Jornalismo Cultural e Mídias Digitais na UniRitter, onde atuou como professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Letras, editor-executivo da Editora UniRitter e coordenador do Curso de Especialização em Produção e Revisão Textual. Como editor, dirige a Editora Metamorfose e já editou mais de 80 livros.<br><br>Como escritor, é autor dos livros 'As cinco pontas de uma estrela', 'Vencer em Ilhas Tortas', 'Crianças do Asfalto', 'A Cor do Outro', 'Minicontos', 'Mitos Virtuais' e 'Liga da literatura', além de organizador dos livros 'Contos de Som e Silêncio', 'Minicontos Coloridos', 'Metamorfoses', 'Diálogos', `Metamorfoses do Amor`, `Literaflix`, `Contos de Mochila`, entre outros. Recebeu três Prêmios AGES Livro do Ano e um Prêmio Açorianos de Literatura. É o idealizador do movimento Literatura Digital, tendo publicado dois projetos inéditos de literatura digital, 'Minicontos Coloridos' e o hiperconto 'Um Estudo em Vermelho'.


Cidade Porto Alegre
E-mail marcelo@marcelospalding.com
Site www.marcelospalding.com


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Muito interessante a resenha desde livro, principalmente no que diz respeito ao preconceito e racismos que até hoje tanto lá, quanto aqui, é muito velado. Veja o que aconteceu com o caso Floyd, se não fosse os protestos, tinha sido mais um. Este trecho em especial "A aparência desgrenhada, o andar arrastado e torto, a fala gritada e a gargalhada farta dessas pessoas causavam em mim um sentimento de quase repulsa.” Aqui no Brasil não só com negros como com nordestinos ainda acontece este tipo de comentário, sou nordestina e posso falar com propriedade, é só ver alguém falar com sotaque que logo em uma imitação barata do que você falou, ou sem seguida: oxente cabra da peste. Italiano fala alto e nordestino também, não vejo ninguém falar nada para um italiano, porém se for um nordestino, logo se diz, é falta de educação.
Maria Cicera Araújo Fonseca, São Paulo 07/05/2021 - 17:278134
Ótima reflexão sobre a obra do Maurício. Nos dias atuais é impensável as falas da maioria dos personagens, pois hoje é muito mimimi, tudo vira ação, cancelamentos na internet, por isso precisa tomar muito cuidado, mas poderia readequar com uma visão mais ética e cômica.
Maria Cicera Araújo Fonseca, São Paulo 07/05/2021 - 16:308133
Marcelo, adorei sua crônica. Assim como você, eu também fico revoltada com este tipo de malandragem brasileira. As pessoas que aceitam isso, são as mesmas que depois reclamam de corrupções dos governantes. Se aceitam este tipo de coisa calado, e deixam passar a boiada, não tem moral para reclamar depois. O princípio de tudo é a clareza. Poderiam pelo menos usar um pouco de técnica de vendas: EX: Ao pagar a inscrição você terá direito a uma assinatura da revista da sua área, que contem matérias importantes e inovações em sua área. Pelo menos assim você se sente menos enganado.
Maria Cicera Araújo Fonseca, São Paulo 06/05/2021 - 15:288132
Excelente crônica!

Não sei exatamente o motivo (ou sei? haha!), mas ela me lembrou um evento da adolescência: enquanto minha mãe, minha irmã e eu andávamos pelas ruas do centro velho de São Paulo, explodiu um piquete, em prol das Diretas Já, a uns metros de distância de nós.

Corremos para dentro de uma loja de sapatos, tremendo de medo, porque havia gente tentando derrubar a porta de rolo da loja fechada segundos depois de entrarmos. Escutamos barulho de bombas e gritaria, um dos chutes na porta estourou o vidro de uma das vitrines.

Naquela época, tomávamos Coca Cola, que vinha em garrafinhas de vidro. Ainda hoje, peno para encontrá-las online. Minha geração, confesso, morria de medo de muita coisa, mas adorava engordar com Coca Cola, pipoca e novela. haha

Um abraço
Celma Terra Nazareth, Sorocaba 13/04/2021 - 11:498101
Olá, professor!

Muito boa reflexão, muito oportuna, pois eles poderiam nos ter poupado do fantástico e do maniqueísmo. Há quem o faça melhor.

Infelizmente, não gosto de mangás e considero o projeto, tal como apresentado, um desrespeito às crianças que cresceram na turminha e as que moram nos adultos que leram as antigas histórias delas (aprendi a ler com os gibis da Turma).

Será que mudarão de direção?

Um abraço!
Celma Terra Nazareth, Sorocaba 13/04/2021 - 11:308100

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